A Importância da Manutenção da Saúde

Desde o dia em que nascemos, que envelhecemos todos os dias. Enquanto nos sentimos jovens, não pensamos sobre os últimos anos da nossa vida. Vivemos num mundo do imediatismo, onde o ritmo acelerado e impiedoso da vivência quotidiana faz-nos acumular uma significativa quantidade de stress e, à medida que o tempo passa, a acumulação dos efeitos do stress vão tornar-se cada vez mais prejudiciais à nossa saúde e muitas das vezes com consequências incapacitantes na manutenção do bem-estar e da saúde em geral.
Todos nós, jovens ou idosos precisamos de cuidar dos nossos corpos e mentes. Ao cuidar de nós próprios seja através do exercício físico, alimentação regrada e bons hábitos de ocupação mental, estamos a prevenir o aparecimento de doenças graves e incapacitantes bem como o envelhecimento precoce. De acordo com o Instituto Americano de Stress, mais de 90% de todos os problemas de saúde estão relacionados com o stress. Adicionalmente, diversas pesquisas confirmam que os nossos pensamentos e emoções têm um efeito dinâmico na nossa saúde e vitalidade.

Clique na imagem abaixo para ver o video.

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Todos temos que fazer alguma coisa para nos mantermos saudáveis e não há melhor altura para começar do que Agora. Quanto mais cedo começarmos mais facilmente obtemos melhores resultados. Ao evitar o contínuo acumular de danos provocados pelo stress, bem como as perdas energéticas daí resultantes, aumentamos a resiliência e a manutenção do estado de saúde.
Eis alguns conceitos que podem ajudar a desenvolver uma maior compreensão de como os eventos e situações stressantes do dia-a-dia afetam a capacidade de resiliência. Vamos abordar técnicas simples e práticas para usar no quotidiano, que promovem a capacidade de autoajuda e a autorregulação da energia. Essas técnicas têm base científica e destinam-se à obtenção do Estado de Coerência. No Estado de Coerência assume-se o controlo das reações ao invés de deixar as reações de stress ditarem a forma de reagir.
Resiliência pode ser vista como a capacidade de se preparar, recuperar ou adaptar em situações de stress, angústia, trauma ou tragédia. Quando se é resiliente, pode-se não só voltar atrás e recuperar mais rapidamente de uma situação difícil, mas também se pode neutralizar ou evitar algum do desgaste contínuo e a dor.
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O conceito básico da resiliência é que, ao aprender-se e aplicar-se técnicas de gestão de energia, pode-se aumentar a capacidade de adquirir reservas de energia para que se tenha mais para utilizar quando necessário. Por outro lado, não monitorizar nem gerir a energia, pode levar ao Estado de Exaustão. Poderá, assim dificultar a ação de lidar com situações desafiantes. Em suma, não será possível dar uma resposta otimizada. Veja aqui o vídeo sobre o Apreço.

O papel da Ansiedade

A ansiedade é um sentimento, um tipo de emoção. Uma forma útil de entendermos os sentimentos – emoções – é que eles são energia em movimento. Os sentimentos podem mudar rapidamente, e é possível ter mais controle sobre os sentimentos do que normalmente se imagina. Novas e promissoras descobertas sobre as emoções mostram-nos que elas não “acontecem” apenas connosco. Na verdade, um número crescente de pesquisas indicam que existe a capacidade de aprender a escolher e orientar muitas das emoções, acontecendo o mesmo com os pensamentos. Os sistemas mentais, emocionais e físicos trabalham todos juntos e é possível aprender como sincronizar todo o processo para obter resultados positivos.
Exemplos comuns de sintomas de ansiedade mentais ou emocionais.
• Mal-estar em curso ou inquietação
• Preocupação crónica
• Livre flutuação de sentimentos de ansiedade ou de medo
• Os ataques de pânico
• Pensamentos obsessivos
• Fobias de qualquer tipo

Todos os seguintes sintomas físicos são comummente associados com a ansiedade crónica:
• batimentos cardíacos rápidos ou irregulares
• Dores de cabeça tensionais
• Dor ou aperto no peito
• Problemas digestivos
• Palmas das mãos suadas

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Um dos maiores problemas com a ansiedade é que quanto mais se sente, em qualquer das suas sensações ou sintomas comuns, mais essas reações de ansiedade ficam gravadas nos circuitos neuronais. A ansiedade torna-se então uma resposta automática a pensamentos e sentimentos stressantes. O que acontece é que o sistema emocional – o mundo dos sentimentos – não pode ficar equilibrado com o bombardeamento constante de sentimentos de ansiedade. Isso cria a hipersensibilidade emocional e reatividade, que, em seguida, continua a contribuir para o aumento da ansiedade. Enquanto este processo continua, a ansiedade torna-se um hábito que é difícil de controlar.

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Depressão: – A Senhora que se segue

Muitas pessoas não têm uma compreensão real do que é a depressão, suas causas e o que podem fazer para obter ajuda. É importante saber que há muitas ajudas para pessoas que sofrem de depressão. Não têm que sofrer em silêncio e apenas tentar manter o queixo erguido. Este é um problema real que requer soluções reais. Mas o estigma que envolve os problemas de saúde mental pode afastar da procura de ajuda quem dela necessita. É necessário entender que há esperança para as pessoas com depressão e que estas questões não devem ser motivo para vergonha.
Não há uma causa para a depressão. Contudo, as pesquisas efetuadas tem encontrado muitas relações causais úteis para compreendermos as suas raízes:
Genética, situacional, trauma, doença crónica, abuso de substâncias e medicamentos são alguns dos contribuintes a ter em consideração. A depressão é tema muito sério e deve ser sempre acompanhado por um profissional especializado com reconhecimento oficial.
A depressão ocorre quando existem sintomas de perturbação que se manifestam por ter dificuldade com:
* Trabalho
* Sono
* Escola
* Atividades familiares
* Atividades sociais
Pode-se ter um episódio de depressão uma só vez. No entanto, é mais comum que as pessoas tenham vários episódios ao longo da vida e necessitem de tratamento crónico.

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Todos temos sentimentos de tristeza, circunstanciais e passageiros. Mas com a depressão, esta é mais uma sensação crónica a longo prazo.
Vejamos os sintomas mais comuns:
* Sentir-se triste persistentemente
* Sentir-se inútil, impotente, ou com sentimentos de culpa recorrentes
* Dificuldade de concentração nas mais diversas situações
* Indecisão permanente
* Perturbações permanentes do ciclo do sono
* Perda de interesse nas atividades favoritas
* Mudanças no apetite
* Dor crónica ou dores de cabeça
* Pensamentos de suicídio
Quem tem estes sintomas, deve falar com o médico para obter um diagnóstico correcto. No caso de pensamentos suicidas, é melhor pedir auxilio a alguém imediatamente ou até mesmo ligar para o 112.

Hipertensão: – Inimigo Implacável

A pressão arterial elevada (hipertensão) é uma condição comum onde a força do sangue contra as paredes das artérias é bastante alta o suficiente para que por si só possa, eventualmente, causar problemas de saúde, tais como as doenças cardíacas.
A pressão arterial é determinada pela quantidade de sangue que o coração bombeia e da resistência ao fluxo sanguíneo nas artérias. Quanto mais sangue bombeia o coração e quanto mais estreitas forem as artérias , maior será a pressão arterial.
Pode-se ter hipertensão durante anos sem qualquer sintoma. Pressão arterial elevada não controlada aumenta o risco de problemas de saúde graves, incluindo ataque cardíaco e acidente vascular cerebral. Felizmente, a hipertensão pode ser facilmente detectada. E uma vez sabendo que se tem hipertensão, pode-se trabalhar sob orientação médica para controlá-la.
A maioria das pessoas com pressão arterial elevada não apresentam sinais ou sintomas, mesmo se as leituras de pressão arterial chegarem a níveis perigosamente elevados.

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A pressão arterial elevada tem muitos fatores de risco, incluindo:
Idade.
O risco de pressão arterial elevada aumenta com a idade. Durante a meia-idade, cerca de 45 anos de idade, a hipertensão arterial é mais comum nos homens. As mulheres são mais propensas a desenvolver hipertensão depois dos 65 anos.
Raça.
A pressão arterial elevada é particularmente comum entre os individuos de raça negra. As complicações graves, como acidente vascular cerebral, ataque cardíaco e insuficiência renal, também são mais comuns nesta raça.
História famíliar.
A hipertensão é muitas das vezes uma tendência familiar. Individuos com histórico familiar de hipertensão têm mais tendência a serem hipertensos.
Excesso de peso e obesidade.
Quanto maior é o peso do individuo, maior quantidade de sangue é necessária para fornecer oxigênio e nutrientes para os tecidos. À medida que o volume de sangue que circula através nos vasos sanguíneos aumenta, o mesmo acontece com a pressão nas paredes das artérias.
Baixa atividade fisica.
As pessoas que são inativas tendem a ter taxa de frequência cardíaca mais elevada. Quanto maior for a frequência cardíaca, mais trabalho para o coração assim como para as artérias. A falta de atividade física também aumenta o risco de excesso de peso.
Uso do tabaco.
Não é só o fumar ou mascar tabaco que levanta a sua pressão arterial temporariamente, mas os produtos químicos no tabaco também podem danificar o revestimento das paredes das artérias. Esta ação pode fazer com que as artérias fiquem mais estreitas, aumentando a pressão arterial. O fumo passivo também pode aumentar a pressão arterial.
Excesso de sal (sódio) na dieta.
Muito sódio na dieta pode originar uma retenção de líquidos no corpo, o que faz aumentar a pressão arterial.
Muito pouco potássio na dieta.
O potássio ajuda a equilibrar a quantidade de sódio nas células. Se não fornecermos a quantidade necessária de potássio à dieta, podemos estar a acumular muito sódio no sangue.
Consumo excessivo de bebidas alcoólicas.
O hábito de um consumo excessivo de bebidas alcoólicas no quotidiano é um fator de risco que se deve ter em consideração.
Stress.
Níveis elevados de stress podem conduzir a um aumento temporário da tensão arterial. Se tentarmos minimizar o stress comendo mais, recorrendo ao uso do tabaco ou das bebidas alcoólicas, iremos aumentar os problemas com a pressão arterial elevada.
É recomendável o hábito regular na realização de controlos do nível de pressão arterial. A frequência destes controlos deve obedecer a aconselhamento médico.

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